Pr. Eziquiel Nascimento
Publicado em 06/12/2021
“Portanto, purifica-me com hissopo e ficarei limpo; lava-me, e mais branco do que a neve serei” (Sl. 51:7). Esse foi o pedido de Davi após reconhecer seu hediondo pecado no caso “Bate-Seba”. Hissopo, na Bíblia, está associado à purificação. No ritual da Páscoa no êxodo, os israelitas deveriam fazer um ramo de hissopo (é uma planta), molhá-lo no sangue e aspergi-lo nos umbrais das portas (Êxodo12: 22-23) e, então, disse Deus que “Ele passará adiante dessa porta e não permitirá que o Destruidor entre em vossas casas...”. Por ter textura parecida com hortelã e cheiro suave, o hissopo era usado em rituais de purificação, no tratamento de leprosos, na preparação de cadáveres, etc. A oração de Davi (Sl. 51) é um rogo a Deus para ser “limpo com hissopo” porque não poderia limpar-se a si mesmo. É a oração humilde de quem reconhece sua insuficiência e aponta (o hissopo) para a suficiência do sangue de Jesus, que expia o pecado.
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